Comércio e representações de produtos agrícolas Ltda.
(17) 3361.1589
(17) 3361.4407
29 jan 2018

Realizado no último dia 25 Palestra sobre “Novas tendência de controle de Pinta Preta”.

Realizado no último dia 25 Palestra sobre “Novas tendência de controle de Pinta Preta”.

Palestra ministrada pelo pesquisador especialista na doença Geraldo José da Silva Junior (Fundecitrus)

No Brasil, a pinta preta ocorre atualmente em todos os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; em Rondônia e no Amazonas, na região Norte; e na Bahia, na região Nordeste. No parque citrícola paulista, a doença foi detectada em 1992 e tem causado queda acentuada de frutos no centro e leste do estado, principalmente em pomares mais velhos, de variedades de maturação tardia, nos quais o manejo não é realizado corretamente.

Na palestra os convidados foram presenteados com o livro “Pinta Preta: a doença e seu manejo”. A versão digital da publicação está disponível gratuitamente no site do Fundecitrus (www.fundecitrus.com.br/comunicacao/manuais) O livro fala sobre, sintomas, perdas e danos, procedimentos para exportação e diferentes estratégias de manejo da pinta preta.  Ele é direcionado a produtores, pesquisadores e profissionais do setor citrícola.

A palestra foi ministrada pelo pesquisador especialista na doença Geraldo José da Silva Junior (Fundecitrus)

19 jan 2018

PALESTRA “ MANEJO DE CIGARRINHAS NA CULTURA DE MILHO E POSICIONAMENTO DOS HIBRIDOS AGROESTE PARA SAFRINHA – JOSÉ BONIFÁCIO – 17/01/2018

No último dia 17 a Safra Rica em parceria com Agroeste realizou na cidade de Jose Bonifácio palestra com Uilson Santos, Agrônomo do Departamento de Tecnologia da Monsanto, onde foi abordado o Tema “ Manejo de Cigarrinhas na Cultura de Milho e Posicionamento dos Hibridos Agroeste para safrinha, o evento conto com a presença de 60 produtores de Jose Bonifácio e região.

A escolha do tema foi feita devido a grande preocupação que a praga vem causando aos produtores de milho, podendo resultar em uma perda de até 80% da produção, dependendo, entre outras coisas, dos fatores ambientais e da sensibilidade dos híbridos cultivados. A praga causa duas doenças na plantação: o enfezamento pálido e o enfezamento vermelho, que geralmente se manifestam, nos plantios tardios, através de folhas com riscas amarelas ou avermelhadas, aparência pontilhada e deformações.

19 jan 2018

18/01/2018 – DIA DE CAMPO – EFICIÊNCIA E RESIDUAL DE CURBIX PARA CONTROLE DA CIGARRINHA

A Safra Rica, em parceria com Aplacana e Usina Moreno realizou no último dia 18 Dia de Campo na cidade de Monte Aprazível -SP, onde foi apresentado a eficiência e residual de Curbix para controle da cigarrinha.

A incidência das cigarrinhas das raízes (Mahanarva Fimbriolata) aumentou na década de 90 devido à mudança do sistema de colheita para cana crua e a praga foi ganhando importância com o passar de cada safra. Atualmente, a cigarrinha das raízes está presente em diversas regiões, com elevadas populações no Centro-Sul e em alguns Estados do Nordeste do País, causando danos severos à produtividade e à qualidade da matéria-prima.

O clima apresenta grande influência na dinâmica populacional dessa praga, pois com o início da estação chuvosa ocorre a eclosão dos ovos, aumentando o número de indivíduos. O ciclo biológico da cigarrinha das raízes apresenta duração média de 60 dias, o que possibilita a presença de cerca de três gerações da praga a cada safra.

A espécie é encontrada com mais facilidade na cana soca, porém, em regiões com alta pressão populacional ou em áreas próximas às pastagens, pode-se encontrar a espécie até mesmo em cana planta.

O nome da praga está ligado ao seu hábito alimentar: quando jovens, se alimentam das raízes e radicelas das plantas de cana; entretanto, os danos são causados tanto pelas ninfas quanto pelas formas adultas.

As ninfas são responsáveis pela sucção de grande quantidade de água e nutrientes das raízes das plantas, e quando adultas, sugam a seiva nas folhas, extraindo material que seria utilizado para fotossíntese. Ao se alimentar, a praga libera uma saliva tóxica, que provoca necrose nos tecidos foliares e radiculares, prejudicando, assim, o desenvolvimento da cultura.

A intensidade dos danos causados pela praga depende, dentre outros fatores, do nível populacional, do estádio de desenvolvimento da cultura no momento do ataque, e do período de convivência da praga com a cultura. A cana colhida em início/meio de safra, por estar mais desenvolvida no momento em que a praga aparece, apresentará perdas menores. Já a cana colhida no final da safra estará pouco desenvolvida no início do período das chuvas, e por isso, sofrerá mais com os danos causados pela praga.

Vários pesquisadores já estudaram a influência da cigarrinha das raízes na cana-de-açúcar, e de acordo com alguns autores¹, a Mahanarva Fimbriolata pode provocar reduções de produtividade que variam de 25% a 60% na cana soca, e chegam a 11% na cana planta. A praga também provoca redução dos rendimentos industriais e perda na qualidade do produto final, o açúcar.

Existem várias estratégias para o manejo e controle dessa praga e o uso de inseticidas químicos tem se mostrado uma eficiente forma de controle. Alguns produtos, porém, começam o controle de forma efetiva somente de 15 a 20 dias após serem aplicados e para a obtenção de um manejo eficiente é necessário um rápido efeito de choque. Quanto maior o período de convivência da praga com a planta, maiores serão os danos em produtividade e qualidade da matéria-prima.

Em 2010, a Bayer CropScience trouxe sua mais nova ferramenta de manejo para o controle das cigarrinhas das raízes na cultura da cana. O inseticida Curbix conta com três grandes diferenciais: rápido efeito de choque, manutenção dos níveis de infestação da praga (sem oscilação e sem “picos” quando as condições climáticas tornam-se favoráveis à praga), além de pertencer a um novo grupo químico para controle de cigarrinhas, sendo ideal para o manejo por possui um modo de ação diferenciado. Assim, a convivência da praga com a cultura é muito menor e, consequentemente, os danos e perdas também. Se a aplicação ocorrer logo no início da primeira geração da praga, as perdas citadas deixam de ocorrer.

Por: Juliano Barela

Referências Bibliográficas:

Dinardo-Miranda, 2000. Influência da cigarrinha-das-raízes, Mahanarva fimbriolata, sobre a qualidade tecnológica da cana-de-açúcar.

ALMEIDA, J.E.M, 2006 Resultados do controle biológico da cigarrinha da raiz da cana-de-açúcar. In: REUNIÃO ITINERANTE DE FITOSSANIDADE DO INSTITUTO BIOLÓGICO – RIFIB

PINTO, A. de S, 2006 Manejo das principais pragas da cana-de-açúcar. In: SEGATO, S.V.; PINTO, A. de S.; JENDIROBA, E.; NÓBREGA, J.C.M.

12 jan 2018

TERMINA DIA 15/01 O PRAZO PARA O CITRICULTOR INFORMAR AS INSPEÇÕES DO CANCRO E GREENING

O citricultor (proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título) do estado de São Paulo tem até o dia 15 de janeiro para informar à Coordenadoria de Defesa Agropecuária, as inspeções e as eliminações de plantas com sintomas do greening e do cancro cítrico realizadas no pomar durante o segundo semestre de 2017.

O envio das informações deve ser feito pelo Sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (Gedave) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O acesso ao sistema é feito pelo endereço https://gedave.defesaagropecuaria.sp.gov.br/. O citricultor deve informar, no mínimo, uma inspeção obrigatória por trimestre, ou seja, ao menos duas inspeções devem ter sido realizadas durante o semestre.

Mesmo não encontrando plantas cítricas com sintomas de greening e cancro cítrico, ou tendo sido eliminadas todas as plantas cítricas da propriedade é preciso preencher o relatório e enviá-lo, pois este procedimento é de comunicação obrigatória.

Para eventuais comprovações em auditorias realizadas pelo órgão oficial de defesa agropecuária a orientação é que o relatório enviado seja impresso e guardado.

Deixar de entregar informar no relatório as inspeções e as eliminações de plantas com sintomas do greening e do cancro cítrico sujeita o citricultor a multas que variam de 100 a 500 unidades fiscais do estado de São Paulo (Ufesps). O valor de cada unidade é de R$25,70.

Por Teresa Paranhos

Assessoria de Comunicação

Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

(19) 3045.3447

Fonte: FUNDECITRUS

20 dez 2017

Safra de cana-de-açúcar deve chegar a 635 milhões de toneladas.

A produção de cana-de-açúcar da safra 2017/2018 deve chegar a 635,59 milhões de toneladas, com um recuo de 3,3% frente às 657,18 milhões da temporada anterior. Neste 3º levantamento da atual safra realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado nesta terça-feira (19), a estimativa traz também a área colhida, a produtividade e o percentual destinado a açúcar e álcool.

A queda de produção é resultado da retração de área. O recuo só não é maior graças ao pequeno aumento de 0,2% na produtividade, que  passou de 72,62 toneladas por hectare da safra anterior para 72,73 toneladas.

A área colhida deve sofrer uma redução de 3,4%, passando de 9,05 milhões para 8,74 milhões de hectares. A disponibilidade menor tem a ver com a desistência e devolução de áreas de fornecedores que têm plantações distantes das unidades de produção, principalmente aquelas em que há dificuldade de mecanização.

A estimativa de açúcar deve atingir 39,46 milhões de toneladas, ou seja, 2% a mais que a safra passada. Agora, na reta final da safra, com 92,9% da cana já moída, as unidades aumentam a destinação para o etanol em função de sua melhor rentabilidade. No entanto, a produção ainda deve ser menor que a do ciclo anterior.

A previsão é de 27,05 bilhões de litros de etanol, com um recuo de 2,7%. Enquanto o hidratado cai 5,2%, saindo de 16,73 para 15,87 bilhões de litros, o anidro sobe de 11,07 para 11,18 bilhões de litros, com aumento de 0,9%.

Ao longo do ano-safra, a Conab faz quatro estimativas da cana-de-açúcar. Os dados deste terceiro levantamento foram coletados entre os dias 19 de novembro e 2 de dezembro.

Fonte: Conab

 

20 dez 2017

DIA DE CAMPO REALIZADO NAS REGIÕES DE ORINDIÚVA, ORLÂNDIA E ARAMINA.

Nos dias 18 e 19 a Safra Rica juntamente com a Bayer e Detec realizaram nas regiões de Orindiúva, Orlândia e Aramina 3 Dia de Campo, com objetivo de apresentar aos produtores das regiões manejos para alta produtividade na cultura da Soja.

Os eventos foram conduzidos pelos profissionais da Safra Rica, Bayer e o consultor Roberto Ishimura da Detec.

Os principais assuntos abordados foram os cuidados na instalação da cultura desde preparo de solo, escolha da semente, inoculação, controle de pragas e doenças além do pacote nutricional da parceira Samaritá, todos com objetivo de alcançar o máximo do potencial produtivo da cultura e retorno financeiro aos agricultores.

28 nov 2017

Safra Rica presente no V Encontro Técnico Nacional de Heveicultura

A Safra Rica esteve presente no V Encontro Técnico Nacional de Heveicultura onde puderam participar de palestras ministradas por profissionais com amplo conhecimento do setor e também tiveram a oportunidade de trocar experiências e conhecer os resultados das pesquisas que são realizadas no estado de São Paulo e no Brasil.

Nesse encontro foi apresentado de debatido novidades tecnológicas e tendências do setor de borracha no Brasil. A programação incluiu temas como fundamentos para adubação do seringal em formação, explotação com precisão ou ser sangrado pelo mercado, mudas de seringueira em bancada e substrato e seu custo de produção, morte descendente da seringueira no triângulo mineiro, aspectos fitossanitários do seringal, implantação da cultura da seringueira, irrigação por gotejamento, sistemas de agroflorestais, doenças das folhas da seringueira, mercado internacional e economia nacional.

Potencial

Ao lado de São José do Rio Preto, Barretos é a maior região produtora de borracha natural no Estado, potencial a ser explorado principalmente para aumentar a produtividade dos heveicultores e gerar renda, tanto com o produto final quanto com plantio de árvores de seringueira.

Isso porque essa cultura pode ser uma opção de recomposição ambiental de área para os produtores rurais. Para o secretário Arnaldo Jardim, essa possibilidade “dá um novo rumo para o setor caminhar e aumentar sua produtividade”.

A heveicultura surge como opção para esse agricultor garantir seu sustento e continuar produzindo em sua terra, principalmente em regiões de forte presença canavieira como Ribeirão Preto e Barretos. A cidade é considerada a capital da borracha natural de São Paulo.

Realizar um encontro técnico em um ponto estratégico como este, dentro do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb), garante que as informações, inovações e experiências sejam multiplicadas, levadas para o campo.